Voltar

As demandas de energia no varejo

Categoria: Dicas, Energia Elétrica, Gerador de Energia

Com a chegada do mês de novembro e a reta final do ano, o varejo, um dos setores que mais sofreu com a crise econômica ao longo do ano, conta com projeções bem otimistas.

O principal motivo é a previsão de entrada de quase R$ 200 bilhões no mercado, valor que virá do pagamento das parcelas do 13º salário. Segundo o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), esse montante corresponde a 3% do PIB.

Com todo esse dinheiro circulando, a expectativa é ter um maior movimento em redes varejistas, centros comerciais e shopping centers. E o preparo para receber esse público vai muito além do reforço do estoque de produtos e investimento na equipe de atendimento.

Em um país onde, no verão, as temperaturas superam os 30 graus na maioria das cidades, proporcionar um ambiente agradável no interior dos estabelecimentos, é uma preocupação constante. E, pensar em temperatura agradável, significa ter um ar-condicionado em pleno funcionamento, o que demanda um maior consumo de energia elétrica.

Com o anúncio da bandeira tarifária amarela para o mês de novembro, o que significa uma cobrança extra de R$ 1,50 a cada 100kWh consumidos, o varejo acaba buscando alternativas para amenizar esse impacto na conta e o uso da energia temporária se fortalece como excelente alternativa.

O uso de geradores de energia, principalmente nos horários onde a energia fornecida pela concessionária é mais cara (conhecido como horário de ponta), pode significar uma economia de até 30%.

Em resumo, o menor gasto com energia elétrica pode significar mais lucro para o varejo.